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Are we brothers?

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Re: Are we brothers?

Mensagem por Henry em Dom Out 29, 2017 6:08 pm

Sayuri Zoldyck
"I am neither good nor bad, I am the absence of everything."

IL PROLOGO

U
ma placa diante de um casebre indicava a residência daqueles a quem Sayuri procurava. Parou e observou o local, analisando-o como um todo, e procurando tirar conclusões antecipadas. Será que ela conseguiria deduzir a quanto tempo foi incendiada, ou talvez até a forma? Era uma possibilidade, já que Sayuri era perspicaz.

— Você já pensou em sua abordagem, né? - uma voz que ecoou de todos os lados, sem vir de direção alguma. Embora não materializado, Joseph se fazia sempre presente. Foi respondido com um simples balançar de cabeça indicando um sinal negativo, vindo da garota.

Cerrou seu punho direito, e bateu na porta três vezes, esperando que alguém a atendesse. Sua abordagem seria espontânea, sem muita picuinha. Porém, talvez com algum blefe ou outro, porque sempre fazia parte do negócio.

— Bom dia, senhor Masato. Sou uma aluna da Academia Yuuei, e seu caso chegou até nós. Ao que tudo indica, isto foi fruto de alguém não comum. Eu preciso saber tudo que você sabe, desde pessoas que poderiam fazer isto a você ou até o porque. E, principalmente, meus pêsames pela perca. - para algo bolado naquele instante, Sayuri ficou impressionada consigo mesma. Mencionar a academia, que é de conhecimento mundial e de grande influência, era uma solução inacreditável para conseguir as informações que queria. Não só isto, como demonstrar saber o nome do senhor também mostrava conhecimento, e trazia certa autenticidade — A escola cobra uma taxa, caso termos sucesso na captura do meliante, se o senhor topar.  

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Re: Are we brothers?

Mensagem por Killua em Ter Out 31, 2017 12:44 am


Zoldyck Family


Por um breve momento, deixei de lado todas as reclamações que o vendedor fazia em meus ouvidos e vi aquele homem, denominado Incendiário, passar em câmera lenta logo em minha frente, os policiais vinham em seguida, tentando acompanhá-lo e, ao que parecia capturar o homem. Logo que os sujeitos passaram por mim, toquei-me de que o homem falava baboseiras para mim e ignorei-o por instantes, tentando refletir comigo mesmo. Se eu podia deduzir algo sobre aquilo, diria que pelo nome, aparência e situação do homem, ele era um fugitivo que havia incendiado algo, talvez alguém e, provavelmente estava foragido.

- Fique quieto, depois eu volto para pagar pelo transtorno... - Provavelmente nunca mais voltaria naquele estabelecimento, contudo foram as rápidas e secas palavras que havia guardado para o vendedor antes de sair da feirinha correndo, fazendo de tudo para seguir o rastro dos policiais e do homem que eles perseguiam. Concentrei-me por alguns instantes e imbuí minha aura com eletricidade, canalizando-a para a parte inferior do meu corpo, a partir das pernas. Meu intuito era usufruir do poder elétrico para ganhar um boost na velocidade e, dessa forma, não perder o rastro do Incendiário para poder continuar seguindo-o. Eu não fazia ideia do que aquilo podia dar, mas tinha certeza de que não seria coisa boa. Contudo, por mais que eu fosse de uma família de assassinos tão frios quanto o coração das mulheres, eu possuía o mínimo de empatia, sabia que se aquele homem fosse realmente perigoso, ele podia apresentar um perigo real para minha própria família.


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Re: Are we brothers?

Mensagem por OTheRealPH em Ter Out 31, 2017 4:03 pm

O começo de uma perseguição
• E Killua a decepção •




>  Enquanto tomava o esporro do vendedor, Killua se lembrava do motivo de aquilo estar acontecendo, o homem em que ele havia esbarrado, chamado de incendiário pelos policiais que o perseguiam. Ele provavelmente estava foragido por ter botado fogo em algo ou alguém.

Entoando o que seriam provavelmente suas últimas palavras àquele vendedor, Killua se dirigiu até onde havia esbarrado com o maníaco do fogo, tentando seguir qualquer rastro deixado pelos policiais em sua perseguição, chegando até mesmo a imbuir suas pernas com sua aura elétrica para gerar um pequeno impulso que aumentaria sua velocidade, com o garoto correndo por minutos sem fim em uma rua cheia de pessoas ainda recolhendo os produtos derrubados durante a perseguição e tentando tirar qualquer coisa que havia sido queimada do caminho dos pedestres até que, no fim da trilha que o garoto seguia, tudo que ele encontrou foi o cadáver de dois dos policiais que ele havia visto mais cedo. Ou pelo menos era o que eles pareciam ser, com seus corpos carbonizados e desfigurados, com nenhuma gota de sangue deixada no local, a única identificação que eles poderiam ter eram por partes de seus uniformes que milagrosamente não haviam sido totalmente queimados.

Sem mais nenhuma pista, o garoto estava no escuro, ao contrário de sua desconhecida irmã que examinava a casa queimada tentando descobrir a quanto tempo ela havia sido queimada, chegando à conclusão de que só podia ter sido nos últimos dias, certamente não fazia uma semana ainda, porém a forma como o incêndio foi começado ainda não era clara.

Decidindo sua abordagem, a garota se dirigiu até a porta da casa, batendo nela três vezes com seu punho direito, esperando ser atendida pelo dono da casa, que abriu a porta alguns segundos depois pelo que era nada mais do que o resto de um homem. Sem nenhuma vontade em seu olhar, um fedor de quem parecia não tomar banho a pelo menos dois dias e claramente de ressaca, o aparente dono da casa perguntou rapidamente para a garota qual o motivo dela estar ali, com a garota respondendo que era uma aluna da Yuuei e oferecendo capturar o incendiário em nome da escola caso ele estivesse disposto a pagar a taxa cobrada pela escola.

As palavras da garota acabaram prendendo a atenção de seu contratante em potencial que, mesmo estranhando por não ter ouvido histórias sobre a Yuuei cobrar taxas às pessoas que ajudou antes, não mudava a vontade que ele tinha de ver o incendiário que acabou com sua vida ser julgado e preso.

Com uma certa mistura de amargura e raiva em sua voz, a sua única pergunta para a garota foi:
-E de quanto seria essa taxa?

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Re: Are we brothers?

Mensagem por Henry em Ter Out 31, 2017 4:29 pm

Sayuri Zoldyck
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IL PROLOGO

O
fedor rapidamente se alastrava ao redor, dando a impressão de que o senhor não tomava banho há dias. Era triste, pois parecia que a morte de sua amada o deixou em um estado de depressão. Sayuri entendia bem como era a solidão, embora a sua situação fora diferente, porque nunca teve alguém para chamar de amigo, além de Joseph. Agora, imagine perdê-lo? Mesmo para alguém dotado de tamanha frieza, parecia ser triste.

— Olhe para seu estado. Olhe como este desconhecido foi capaz de deixá-lo. Quanto vale ter sua vingança? - eram palavras proferidas por alguém com uma lábia e tanto, tudo na intenção de que o homem refletisse sobre aquilo e estivesse disposto a pagar uma grande quantia de dinheiro para Sayuri, que precisava juntar certos bocados.

Independente de sua resposta, adentraria no local, buscando pistas, enquanto possivelmente ouviria tudo que aquele homem sabia. Tudo para que conseguisse chegar em algum suspeito.

— Me empreste seu celular. - pediria Sayuri, para que pudesse acessar o site de notícias. Heróis, vilões, tudo que fosse capaz de virar manchete poderia ser encontrado lá. Qualquer resultado com alguém que pudesse parecer ter alguma peculiaridade de fogo, ou sendo intitulado de incendiário, poderia ser útil.

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Re: Are we brothers?

Mensagem por Killua em Ter Out 31, 2017 10:33 pm


Zoldyck Family


Ver aqueles corpos carbonizados não me assustava, se eu queria saber o fim daquilo, deveria manter a calma e continuar procurando por pistas. Confesso que senti pela morte cruel, diga-se de passagem, dos policiais que estavam apenas fazendo seu trabalho, contudo, não possuía uma gota de sentimento pelos homens a não ser compaixão. Não entendia onde estavam os heróis naquele momento, afinal, uma luta de um homem com uma peculiaridade tão poderosa contra dois homens que sequer puderam sacar suas armas não seria covardia? Aqueles que se diziam heróis não deviam estar ali para evitar a morte dos policiais? Talvez aquele sistema "heroico" implantado na sociedade logo em que as peculiaridades começaram a aparecer e se disseminar fosse um tanto que falho, alguns são protegidos enquanto outros morrem de forma covarde para virar uma pequena notícia no dia seguinte. Além do mais, se um bandido como aquele fosse pego, ele seria, no máximo, levado para a cadeia por bastante tempo, isto é, se não conseguisse escapar de lá. Esse tipo de ideia tomava conta da minha mente e me fazia questionar os valores da atual sociedade.

Após navegar em minhas próprias ideias, percebi que não tinha muito tempo a perder ali. Peguei as identificações nos seus crachás e gravei o nome dos policiais na memória, seriam aqueles nomes os que eu vingaria depois que pegasse e matasse o Incendiário. Procurei por um civil que passava ali por perto e pedi que chamasse a polícia naquele lugar, mas tentei evitar que o homem pudesse ver os corpos carbonizados, para que não houvesse tumulto no local. Mesmo que não encontrasse nenhum rastro de sangue, procuraria por rastros de cinzas ou marcas pretas no chão e paredes, que poderiam ser sinais de que algo "queimado" havia passado por ali.


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Re: Are we brothers?

Mensagem por OTheRealPH em Qua Nov 01, 2017 1:21 pm

Killua faz alguma coisa
• E dá certo, olha só em •




>  Ver o estado deplorável daqueles dois corpos fez todo tipo de pensamento passar pela mente do garoto enquanto ele buscava pistas ao redor. Como que aqueles chamados de heróis não estavam ali para impedir isso? A possibilidade do sistema implantado pela sociedade após o surgimento das peculiaridades invadia a mente de Killua que, ao perceber que não podia perder tanto tempo, pegou as identificações nos crachás dos policiais, gravando seus nomes em sua mente, os nomes daqueles que ele vingaria.

Sem mais nada para ele ali, ele pediu para um civil próximo ligar para a polícia enquanto tentava evitar que ele visse o estado em que se encontravam os corpos, buscando evitar uma aglomeração de pessoas, logo depois começando sua busca por cinzas ou marcas pretas no chão e paredes, passando alguns bons minutos inspecionando o local até achar uma pequena trilha de marcas de queimado com não mais que alguns milímetros de largura cada uma deixadas no chão.

Não tinha como saber ao certo o motivo, mas dado o espaçamento entre elas era bem provável que aquilo não foi algo proposital. As marcas aparentavam ser de ataques que o incendiário havia errado enquanto se afastava da cena do crime, mas o problema é, porque ele havia deixado as marcas?

Enquanto isso Sayuri continuava sua tentativa de lucrar com a situação, conseguindo eventualmente um pagamento de 5.000 ienes para financiar a captura do incendiário, examinando o local enquanto o homem ia buscar o dinheiro. Não era lá aquelas coisas mas era mais do que o suficiente para a garota se virar por um tempo.

Infelizmente para ela, Masato em si não sabia muita coisa sobre o incendiário além do fato dele ter acabado com sua vida, mas a sorte da garota estava prestes a mudar quando, depois de pedir emprestado o celular do único sobrevivente dos Taiga, acabou encontrando uma certa notícia que chamou sua atenção. Aparentemente a polícia havia sido chamada para ajudar na contenção de um indivíduo perigoso não tão longe dali, aparentemente chamados por um civil que dizia ter ligado à pedido de um garoto de cabelos brancos. Seria apenas uma coincidência ou uma conspiração do universo(ou só minha mesmo) para fazer com que ela encontrasse o incendiário? E a melhor parte, independente de ser ele ou não, caso ela ajudasse ela certamente acabaria ganhando alguma recompensa por isso.

Off:
Garoto de cabelos brancos, quem será que é né pô, não sei, vai que foi eu ou gabriel que voltamos de uma semana no futuro só pra ligar. Certeza que não foi o Killua não pô imagina, o Killua? Pfft se fosse ele o celular tinha dado uma pirueta no ar e caído quebrado no chão quando ele pediu pro cara ligar.

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Re: Are we brothers?

Mensagem por Henry em Qua Nov 01, 2017 1:51 pm

Sayuri Zoldyck
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A
stuta e sempre pensando em todas as possibilidades, Sayuri conseguiu obter sucesso através de sua busca no celular. Um garoto de cabelos brancos pediu que a polícia fosse acionada, num lugar não tão longe dali. Era peculiar, pois não era tão comum uma pessoa que tivesse a mesma cor de cabelo que a família Zoldyck. Mas a garota deu de ombros, porque seu irmão com paradeiro não identificado nunca que se preocuparia em ajudar: provavelmente, seu perfil se encaixaria melhor no do incendiário.

— Em breve voltarei pra buscar meu dinheiro. O celular entra no pagamento. Até. - com palavras secas e diretas, Sayuri rapidamente cessava sua examinação da casa e se dirigia para o lugar indicado, enquanto guardava o celular no bolso. Ela era rápida, e talvez não demorasse muito para atingir seu objetivo.

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Re: Are we brothers?

Mensagem por Killua em Qui Nov 02, 2017 10:35 am


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Aquelas marcas não deixavam nada claro para mim, apenas me confundiam, já que sua origem podia ter vindo de diversas formas. Talvez aquele homem não pudesse controlar sua peculiaridade bem pelo corpo todo e, toda vez que usasse, deixava seus pés pegando fogo e, consequentemente, suas pegadas ficavam na cena do crime. Ou então ele podia ter deixado-as por ali propositalmente, para matar aqueles que o seguissem, ou então confundi-los com aquelas pegadas. Eram muitas opções e muitas formas daquele cara me emboscar, contudo eu só podia chegar até o final daquilo se eu perseguisse aqueles rastros.

Mais uma vez, eu imbuí meu corpo com minha peculiaridade, no intuito de receber um pequeno boost na minha velocidade e, acompanhando as pegadas eu tomava todo o cuidado para não deixar nada passar despercebido. Aproveitei as propriedades do trovão para enviar pequenos raios para onde as pegadas se dirigiam. Esses pequenos raios funcionariam como sinapses que, ao encontrar aquele Incendiário, voltariam para mim e me informariam sua localização. Contudo, eu tinha em mente de que aquilo poderia me custar certa fadiga usando a peculiaridade por tanto tempo, visto que teria que gastar bastante eletricidade a todo momento e provavelmente teria que recarregar minhas energias logo.


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Re: Are we brothers?

Mensagem por OTheRealPH em Qui Nov 02, 2017 1:59 pm

The calm before the storm
• E o Killua forçando a amizade •




>  As marcas deixadas no chão não faziam nada se não confundir a mente do jovem fugitivo da família Zoldyck, fazendo com que o garoto ficasse sem saber exatamente qual seu próximo passo.

Após passar um breve tempo pensando sobre a causa das marcas, Killua decidiu simplesmente seguí-las, imbuindo seu corpo com eletricidade mais uma vez para usufruir de sua velocidade aumentada devido à peculiaridade. Visando não ser surpreendido ao chegar aonde quer que ele estivesse indo, o garoto tentou até mesmo usar sua peculiaridade para mandar pequenos raios que atuariam como sinapses, porém não importava o quanto ele tentasse se concentrar naquilo, ele ainda não possuía um controle tão preciso sobre sua peculiaridade para fazer algo tão delicado.

Enquanto isso Sayuri terminava de ler a notícia, convencida de que não podia ser o seu irmão, afinal quem acreditaria que um membro da família Zoldyck iria pedir ajuda às autoridades não é mesmo?

Botando o celular de Masato em seu bolso, Sayuri o informou que voltaria para buscar o dinheiro depois, partindo em direção ao local especificado da notícia, algo que não custou à garota mais que alguns minutos de corrida.

Chegando lá, ela se deparou com uma cena que, pelo menos, era bem melhor que a vista por seu irmão, já que os corpos carbonizados pelo menos já haviam sido retirados de lá, com a polícia impedindo as pessoas de chegarem muito perto do local dos assassinatos. Felizmente para a garota ela ainda conseguiu ver as marcas de queimado deixadas no chão e, caso quisesse, provavelmente conseguiria dar a volta no local e seguir elas até seu destino final.

Enquanto isso, Killua finalmente havia chegado onde o incendiário, uma pequena área aberta onde aparentemente iriam começar a construir mais alguns prédios comerciais, com a primeira coisa que o garoto viu sendo o incendiário de pé contra um homem desconhecido altamente ferido.

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Re: Are we brothers?

Mensagem por Killua em Qui Nov 02, 2017 7:56 pm


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Sabia das limitações da minha peculiaridade e, mesmo não sabendo controlá-la por completo, eu deveria ao menos tentar para ganhar tal aprendizado. Ao me deparar com o Incendiário, pouco me importei com o homem ferido, na verdade o único que me interessava naquela briga era o homem do fogo. Na verdade, eu não levo desaforo para casa e não estou aceitando ele ter me derrubado e não ter pedido desculpa e, por isso, quero matar ele. Eu não tinha motivo algum para me importar com um peso morto que sequer poderia me ajuda em combate. Aproveitei que tinha a vantagem do ataque surpresa e apanhei um punhado de pedras (era uma construção, imagino que tenha pedras lá) e atirei contra o grandalhão, no intuito de fazer um disparo rápido contra o Incendiário para distraí-lo. - Fuja. Não chame as autoridades agora, eles só vão me trazer mais problemas... - Tentei ser o mais breve possível com o homem ferido, tentando atrair, agora, a atenção do Incendiário.

- Ei, seu nome é chamusquinho, né? Não tem coragem de lutar com uma criança, mas coloca fogo em homens indefesos? - Provocar um oponente para irritá-lo nem sempre era uma boa escolha, já que seu poder de luta podia aumentar com a raiva, contudo, a precisão diminuía e os ataques se tornavam mais previsíveis. Com certeza o homem não seria intimidado pela minha aparência, muito pelo contrário, ele podia até subestimar a extensão do meu poder, contudo, eu estava com vantagem, pois mesmo sem ver a peculiaridade do Incendiário em ação, eu tinha uma noção de seus poderes, mas ele não sabia qual era o meu. Aguardei por uma reação do homem, tomando cuidado para um ataque rápido dele.


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