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Are we brothers?

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Re: Are we brothers?

Mensagem por OTheRealPH em Qui Nov 23, 2017 1:39 pm

Henry vacilão
• Se sumir de novo eu roubo o Ossada e o Carbonildo •




>  Após alguns instantes que mais pareceram semanas (porque o Henry é vacilão), Killua mais uma vez voltou a tentar executar mais um de seus planos, polarizando negativamente a placa que havia atingido sua perna e a arremessando contra seu oponente, visando ganhar algum tempo. Enquanto isso Sayuri, que ainda estava escondida (porque o Henry é muito vacilão e não ajuda o irmão, ele só manda os esqueletos dele ajudarem), ordenou a seus servos que eles protegessem seu irmão, com Ossada ainda tentando impor alguma pressão sobre o incendiário, desferindo golpes rápidos visando acertar o queixo de seu inimigo, apenas para ter seu crânio esmagado pelo incendiário, que claramente não estava mais muito disposto a ficar brincando ali. Após receber aquele golpe, era fácil sentir a ira do vilão direcionada a Killua enquanto ele falava:
-Então quer dizer que além de controlar esses esqueletinhos de merda você também dá choquinho né moleque?

Se aproximando lentamente do garoto que ainda estava concentrando sua energia no chão, o incendiário continuava seu discurso:
-Quer saber? Não é todo mundo que consegue acertar um golpe em mim, então eu vou te fazer um favor. Assim que eu acabar com a sua raça e você aprender o quão insignificante você é perante mim, eu vou te matar e matar a sua família.

Felizmente, todo o discurso dele havia dado a Killua tempo o bastante para ele fazer o que precisava e, finalmente tendo terminado as preparações, descarregando toda a energia que ele havia acumulado, fazendo com que ela fosse transmitida pelo chão e sendo atraída pelo Incendiário, que acabou sendo alvo de uma poderosa descarga elétrica, que acabou fazendo com que ele parasse brevemente, dando ao garoto mais algum tempo para respirar.

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Re: Are we brothers?

Mensagem por Killua em Dom Nov 26, 2017 4:43 pm


Zoldyck Family


No fim das contas, parecia que toda aquela descarga elétrica não fizera mais do que cócegas no Incendiário, que reagia normalmente ao meu ataque. - Para me matar, você vai precisar mais do que um chamusco saindo de suas mãos... - Sorri sarcasticamente. Por mais que tentasse demonstrar que estava tudo bem e que eu tinha o controle da situação, eu estava apavorado por dentro, meus ataques pareciam não fazer tanto efeito e se eu continuasse usando minha peculiaridade daquela forma, ficaria sem energia logo logo. Teria que começar a poupar energia e alterar meus movimentos entre ataque e defesa para encontrar brechas na movimentação do Incendiário.

Pelo que pude notar até o momento, o homem tinha um temperamento explosivo, tão explosivo quanto sua própria peculiaridade e nas duas vezes que ele me atacou na batalha, foi com dois golpes diretos, na região do tronco. Talvez, depois de tentar irritá-lo falando de suas chamas, ele tentasse voltar contra mim com outro golpe direto e eu teria que estar preparado, pois se fosse forte o suficiente, poderia ser o meu fim. Fitei o grandalhão de longe e canalizei minha energia ao longo dos meus punhos e das minhas pernas. Para minhas pernas, enviei eletricidade para me movimentar rapidamente, tanto para investir, quanto para tentar desviar de qualquer golpe que a mim fosse direcionado. Para os braços, uma quantia significativa de energia, para desferir golpes mais poderosos, como se um verdadeiro raio estivesse socando-o.

Dessa forma, avancei contra o Incendiário, esperando que aqueles fiéis esqueletos me acompanhassem, tentaria usá-los de distração para tentar golpear o Incendiário com uma sequência de dois jabs de esquerda e um soco direto com a mão direita. Prepararia-me para o contragolpe do homem, aproveitando de minha energia nos pés, tentaria me movimentar no sentido contrário ao do seu golpe, auxiliando o movimento com minhas duas mãos energizadas, para me dar equilíbrio e tentar quebrar a defesa do Incendiário. Além disso, toda vez que tocasse no grandalhão, tentaria absorver seus elétrons no momento de contato com o corpo dele, recarregando parcialmente minhas energias e tirando a dele.


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Re: Are we brothers?

Mensagem por Henry em Ter Nov 28, 2017 2:42 pm

Sayuri Zoldyck
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D
epois de tanto tempo assim, um golpe considerável acertava o incendiário — Killua se saia bem, acertando-o com uma descarga elétrica capaz de atordoá-lo por instantes. Sayuri quase que avançou, porém, pensou melhor na situação. Não tinha tempo o suficiente, e seu combate corpo-a-corpo não era tao eficaz quanto o de Killua, fazendo com que se fosse capturada, se tornasse mais um estorvo do que uma carta na mangá. Por isto, apenas analisou o cenário.

Decidiu agir de forma mais ativa. Sabendo que o incendiário estava de costas para ela, deixou a parte superior de seu corpo a vista, escondida atrás de alguns entulhos. Pouco ao seu lado, e visível, estava o perfurador de solo. O dedo indicador da mão direita estava frente a sua boca, fazendo um sinal de "shiu", enquanto o indicador oposto apontava para a arma.

"Será que ele vai entender, Joseph?" - perguntava para seu fiel companheiro. Ela nada mais estava demonstrando qual era sua intenção: atacar o incendiário com aquele objeto, o que poderia resultar num golpe fatal, mas precisava dele imobilizado para tal ato. E Killua deveria fazer isto. Até então, Sayuri se manteria escondida.

Enquanto isto, o ser esquelético corria lado a lado com Killua. Chegando próximo, ao invés de atacá-lo, daria a volta por seu corpo numa distância segura, ficando assim atrás do alvo. Se ele estivesse demasiadamente preocupado com Killua, seria o seu momento de atacá-lo na nuca — a mesma estratégia seria válida se o incendiário fosse se preocupar com o esqueleto, só que neste caso, seria na cara. De uma distância onde ataques corpo-a-corpo não alcançariam, o esqueleto lançaria um feixe de energia escura.

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Re: Are we brothers?

Mensagem por OTheRealPH em Qua Nov 29, 2017 5:22 pm

Leiam o post do Hunson
• Pra pararem de apanhar de graça os links eu já mandei no discord •




>  Após o sucesso de seu plano, Killua olhava para o incendiário ainda afetado por sua descarga elétrica, mais uma vez provocando seu inimigo, tentando mostrar que ainda estava tudo bem mesmo sabendo o quão fudido ele estaria se a situação continuasse daquele jeito. Seus ataques não pareciam afetar seu oponente e se ele continuasse usando sua peculiaridade tanto assim, logo logo ele ficaria sem energia.

Enquanto seu inimigo não se aproximava, Killua começou a revestir seu corpo com sua peculiaridade, avançando para cima de seu inimigo, acompanhado de Carbonildo o esqueleto maravilha e, quando os dois finalmente chegaram perto do incendiário, Carbonildo deu a volta no oponente, aproveitando para tentar atacá-lo, lançando um feixe de energia escura que foi não só facilmente interceptado por um jato de fogo expelido pela mão direita do incendiário, mas que também acabou atingindo Carbonildo, que caiu derrotado no chão, com Killua aproveitando esse momento para atacar seu inimigo com uma sequência de socos, atingindo o torso de seu oponente e, prevendo um possível contra-ataque, tentou se movimentar no sentido contrário ao golpe do incendiário, tentando encostar mais uma vez em seu oponente para roubar seus elétrons, com essa parte de seu plano infelizmente sendo prevista por seu inimigo, que conseguiu acertar Killua com um pequeno jato de fogo saído de suas mãos antes que o garoto conseguisse encostar nele.

Felizmente para Killua, aquele golpe havia sido mais para afastá-lo do que para ferí-lo, com o garoto saindo praticamente ileso do ataque, apenas sendo mais uma vez afastado de seu inimigo.

Off:
Primeiro de tudo, serião leiam o post do Hunson ç-ç. O Killua pelo menos já começou a fazer post defensivo e a hora de aprender é agora mesmo já que eu infelizmente não tenho a autoridade pra matar lv 1.

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Re: Are we brothers?

Mensagem por Killua em Qui Nov 30, 2017 8:25 pm


Zoldyck Family


Por mais que tivesse acertado um soco no Incendiário, aquilo parecia ter sido apenas um empecilho e, de forma alguma, parecia ter causado grandes danos contra o homem. Contudo, uma nova imagem fazia-me entender minha situação naquele momento. A aparição de uma garotinha, que se encontrava escondida, bem atrás do Incendiário, parecia me esclarecer algumas coisas, talvez fosse ela a dona daqueles esqueletos e bem provavelmente estava me ajudando naquele combate desde o início. Aquilo em suas mãos, algo parecido com uma furadeira, parecia ser o objeto dos seus planos, já que colocava o dedo na boca, em um gesto para me pedir silêncio, devia estar querendo que eu distraísse o homem para que ela pudesse atacá-lo diretamente.

Pensei em diversas formas que, usufruindo do meu conhecimento sob as leis de física, poderia dar um jeito naquela peculiaridade de fogo com a minha, contudo, o meu conhecimento acerca da minha própria peculiaridade era muito raso e não podia controlá-la tão bem quanto desejava poder. Partir para o tudo ou nada era uma escolha realmente muito perigosa, contudo eu não tinha tantas opções quanto imaginava. Procurei ao redor daquele local, com uma rápida passada de olhos, cabos de alta tensão mais próximos possíveis, para que eu pudesse recarregar minha energia como um plano alternativo, caso aquilo fosse durar demais.

Sobrava-me pouco mais da metade das minhas reservas de eletricidade que, naquele momento, pareciam não ser o suficiente para a manobra que realizaria a seguir. Diferente de todos os meus outros movimentos, canalizei minha eletricidade por todo o meu corpo, desde a ponta dos pés até o último fio de cabelo, aquilo não era apenas energia, era uma fina armadura, que poderia me servir para proteger de um ataque direto do Incendiário, mesmo que não absorvesse seu dano por completo, aquilo já era alguma coisa e me deixava mais rápido e leve também; sem contar que também servia para o ataque, eu não podia ser tocado por meios comuns, caso contrário levaria um choque e meu ataques continham a vontade do trovão.

Olhei uma última vez para garotinha, fitei-a com um olhar, depositando nela e naquele movimento toda minha confiança e minha energia, pude sorrir uma última vez para o Incendiário, antes de investir contra ele. Corri de um lado para outro, fazendo um zigue-zague no intuito de tornar a investida menos previsível e, quando encontrasse uma abertura na região do seu tronco ou de seu braço esquerdo (que aparentemente era o que ele menos utilizava) atacaria-o diretamente, não com um soco, mas com um forte e apertado ABRAÇO. Sim, abraçaria-o muito apertado, tentando causar-lhe dano pelo contato com os raios e fazendo com que esses mesmos raios bloqueassem uma pequena parte de seu(s) ataques de fogo, que provavelmente tentaria para se livrar de mim. Naquele curto período de tempo, descarregaria praticamente toda minha energia contra o homem (deixando apenas uma reserva para um contra tempo), contudo o intuito daquela descarga não era apenas causar dano, mas sim deixá-lo estático no chão a maior quantia de tempo que eu pudesse. Se tudo isso desse certo, daria um pequeno sinal com a mão para a garota do fundo, sem deixar que o Incendiário percebesse, para que pudesse fazer sua investida e cravar aquela furadeira no peito do homem. No último momento, pegaria um impulso batendo os pés no peito do Incendiário e me projetando para trás, consequentemente, empurrando-o na direção contrária, rumo a ponta da ferramenta que a garota tentaria usar para acabar com a luta.


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Re: Are we brothers?

Mensagem por Henry em Seg Dez 11, 2017 1:32 pm

Sayuri Zoldyck
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U
ma pontada de tristeza percorreu o coração da pobre garota, assim que percebeu que seu irmão não a reconheceu. Pior do que isto, provavelmente, é que ele sequer fazia ideia de sua existência. Sempre suspeitou disso, mas uma pequena luz de esperança ainda existia, que havia se apagado totalmente. Sayuri ficou abalada, mas não deixou seus sentimentos aflorarem.

— Ele gostará de saber que tem uma irmã.
- uma voz ecoava de todos os lados, se tratando de Joseph, tentando consolá-la.

Sayuri balançou a cabeça para retomar seu lugar na batalha. Precisava analisar a situação, que não estava nada fácil para os irmãos. Seu potencial de batalha havia caído para quase zero, uma vez que sua peculiaridade havia sido completamente anulada. As duas pilhas de ossos caídos ao chão representavam seus dois servos, derrotados. Mas as expectativas ainda eram positivas, pois ela sabia que podia contar com Killua, que se mostrava um exímio lutador até o momento.

Acreditando que Killua entenderia o recado e faria algo a respeito, Sayuri se apressou e tocou a palma da sua mão no solo, sussurrando algumas palavras. "Venham, servos" era o comando para que do chão brotasse seus dois esqueletos novamente. Ao mesmo instante, sentiu uma certa fraqueza sob seu corpo, mas sabia que deveria cumprir seu dever antes de se preocupar com algo deste gênero. A sua energia estava se esgotando, e em breve, estaria incapacitada de participar do combate.

Enquanto a garota apanharia a arma de forma tradicional, cada um dos esqueletos estaria num dos lados auxiliando-a no carregamento do perfurador de solo, num local onde a broca não os atingiria. Isto não só tornaria um transporte mais rápido, como ela já estaria se precavendo de algumas situações. Bastou que Killua avançasse para que ela, segundos depois, também saísse em disparada para o incendiário. Ela apenas guiava o sentido daquela coisa.

Se aproximando, mas ainda numa área segura, a garota ligaria o perfurador de solo e deixava-o por conta dos seus servos. Ela não poderia ousar chegar mais perto, pois era um alvo frágil. Não só isto, como os esqueletos também não avançariam até o limite. Se aproximando o suficiente, cada um deles usaria de toda sua força para jogar o perfurador de solo no oponente. Num cenário onde ele lançaria um jato de fogo, poderia facilmente destruir os esqueletos e fazer a arma cair no chão, mas no ar era diferente. O máximo que poderia acontecer era um perfurador de solo não só rodando em alta velocidade, mas ainda em alta temperatura, indo em sua direção - derreter aquilo tão rápido precisaria de muita potencia, o que também seria equivalente a esgotar o incendiário.

Os esqueletos não ficariam parados, obviamente. Em caso de um possível sucesso, ou que talvez ele viesse a fraquejar, ambos iriam simplesmente se agarrar ao incendiário, tentando imobilizá-lo da melhor forma, focando principalmente suas mãos, de onde poderia soltar seus jatos de fogo. Em outra situação, cada um dos esqueletos simplesmente iriam acompanhar um dos aliados — um posto a frente de Sayuri, e outro posto ao lado de Killua.

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Re: Are we brothers?

Mensagem por OTheRealPH em Qua Dez 13, 2017 6:31 pm

Henry demora pra caralho pra postar em?
• Coitado, gastou 10 de Sp pra nada •




>  A batalha continuava como sempre e, mesmo após ter acertado um soco em seu oponente, Killua sabia que ainda precisaria de bem mais que aquilo pra ser capaz de sair vitorioso. Porém, durante uns poucos instantes de paz durante a luta, o garoto acabou notando algo que não deveria estar lá: uma garotinha que parecia ser um pouco mais nova que ele e que, segundo seu raciocínio, era provavelmente a dona daqueles esqueletos que estavam tentando ajudá-lo, embora falhassem miseravelmente nisso.

Olhando ao redor, Killua começou a procurar cabos de alta tensão, afinal ele precisaria de uma fonte de poder alternativa caso aquela luta acabasse por se estender demais, encontrando alguns que ele provavelmente conseguiria chegar caso sua possível aliada distraísse seu oponente por alguns segundos enquanto continuava canalizando uma fina camada de eletricidade por seu corpo, logo em seguida partindo para cima de seu oponente.

Enquanto isso, Sayuri invocou mais uma vez seus dois servos leais, logo em seguida sendo tomada por uma fraqueza momentânea, fruto de ter abusado sua peculiaridade, com a garota logo em seguida levantando o perfurador de solo enquanto seus servos estavam a ajudando, cada um de um lado, a segurar o peso daquela máquina. Vendo os movimentos de seu irmão, a garota e seus esqueletos também começaram a correr em direção ao incendiário, logo ligando o perfurador e deixando o resto do trajeto por conta apenas de seus servos esqueléticos, porém em seu plano havia uma grave falha: ela havia se esquecido do alto barulho feito pela máquina ao ser ligada, barulho esse que alertou o incendiário que, num rápido movimento, eliminou instantaneamente seus dois servos com uma simples bola de fogo, quase como se durante toda a luta até aquele momento ele estivesse apenas se conservando, não vendo motivo nenhum para usar toda sua força em seus golpes.

Embora isso acabara neutralizando completamente a estratégia de Sayuri, apenas facilitou o trabalho de Killua, que conseguiu chegar facilmente em seu adversário durante sua distração, com o garoto rapidamente chegando atrás de seu inimigo e o dando um forte abraço com todas suas forças, algo que foi extremamente facilitado já que o garoto estava num ponto quase que impossível de alcançar do Incendiário, logo em seguida descarregando boa parte de sua energia contra seu inimigo, o deixando paralisado por alguns segundos que, talvez, acabassem sendo tempo o suficiente para a garota finalmente fazer algo direito.


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Re: Are we brothers?

Mensagem por Killua em Qui Dez 21, 2017 3:41 pm


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Por melhor que fosse o plano que eu e a garota tivéssemos elaborado em nossas mentes, faltava-nos execução e uma coordenação melhor para combinar nossas habilidades. Eu tinha feito o que pude, mas por alguns momentos eu subestimei a capacidade do Incendiário e, talvez, se tivesse atraído pouco mais sua atenção, os esqueletos tivessem conseguido perfurá-lo. De qualquer forma, ele havia tomado algum dano e eu precisava me recuperar com urgência.

A feição da garota, sua aparência, era similar a minha, mas naquele momento, o que eu podia pensar é que aquela garota estava tão exausta quanto eu. Aproveitei que minha eletricidade ainda me envolvia, sabendo que poderia se encerrar a qualquer momento, e fui até os cabos de força rapidamente, atentando-me para os movimentos do Incendiário. Ele não demoraria para perceber que eu estava tentando recarregar minha eletricidade e por isso, usaria todo o tempo possível para absorver elétrons daquela rede elétrica, a maior quantia que eu pudesse antes que o homem viesse para cima de mim.

Abusei dos meus conhecimentos de física para bolar um novo plano, dei um sinal para que a garota tentasse atraí-lo por apenas alguns segundos para que eu pudesse colocá-lo em prática. Finquei um dos cabos de força na terra e dei um puxão no outro, para poder levá-lo comigo por alguma distância. Enquanto o outro cabo estivesse cravado no chão, eu poderia me abastecer com apenas uma das pontas, pois eu tinha feito uma ligação na terra. Dessa forma, aquela ponta que eu carregava poderia ser usada tanto para me carregar quanto para eletrocutar o Incendiário, caso necessitasse, afinal, um choque de alta-tensão naquele homem devia, no mínimo, doer um bocado.

Esperava que o homem não soubesse o que tinha acabado de fazer, ou se soubesse, não descobrisse o motivo daquilo. Apesar da minha movimentação estar limitada pelo comprimento do cabo, eu estava protegido. Dei um novo sinal para a garota, tentando fazer com que o Incendiário não o visse, para que viesse para trás de mim, mas não se aproximasse tanto. - Ei, grandalhão! Se você me deixar recuperar as forças, a batalha vai ficar fácil... - Tentei chamar a atenção do homem. Sabia que dessa forma, ele poderia fazer duas coisas: ou lançar um jato de fogo contra mim ou então investir contra mim ou contra a garota. Para o primeiro caso, tentaria desviar do fogo, colocando os cabos da rede elétrica na frente e, se isso acontecesse, provocaria um curto por todo o sistema que afetaria todos os que estivessem pisando no chão (devido ao cabo cravado no solo), com exceção de mim, pois absorveria o dano direcionado à minha pessoa. Caso ele tentasse a investida, enrolaria-me no cabo e esperaria até o último segundo, depois disso, esquivaria para a direita e procuraria uma brecha para tocá-lo e descarregar toda a energia daquele cabo.

Eu sabia que minha movimentação era basicamente defensiva, mas eu estava preparado para um contra ataque e também deveria esperar algo mais ofensivo da garota.


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Re: Are we brothers?

Mensagem por OTheRealPH em Ter Jan 09, 2018 5:50 pm

E com sorte foi nessa hora que o Henry percebeu
• Que tem que pelo menos tentar postar já que não tá numa aventura solo, então se ele demora, atrasa pro Killua também •




>  Após o fracasso do plano de Sayuri, Killua se dirigiu tão rápido quanto suas pernas o permitiam para os cabos de força ali perto, aproveitando todo o tempo que teve para absorver o máximo de elétrons possível.

Decidindo realmente confiar na garota, Killua a deu um sinal para que ela distraísse o incendiário por alguns segundos, mas infelizmente, tal sinal não foi visto pela garota, que se esforçava para combater a exaustão, deixando o garoto tivesse que se apressar em dobro para tentar executar seu plano, porém, sem ninguém para distrair o incendiário, o plano do jovem Zoldyck estava fadado ao fracasso.

Com uma velocidade que só poderia ser explicada como surgida da raiva do homem pelo garoto, o incendiário se aproximou muito mais rápido do que Killua podia prever, forçando o garoto a abandonar, pelo menos até uma oportunidade melhor aparecer, a ideia de enfiar um cabo no chão. Porém, graças à sua velocidade natural, Killua conseguiu se enrolar rapidamente num dos cabos, desviando habilmente para a direita e tentando encostar em seu oponente, que infelizmente já esperava algo daquele tipo do garoto, conseguindo assim evitar ser tocado, logo em seguida acertando o garoto com um jato de fogo a queima roupa, ataque esse que, como o garoto mesmo conseguiu sentir, por algum motivo não tinha sido desferido com força total.


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Re: Are we brothers?

Mensagem por Killua em Qua Jan 10, 2018 6:15 pm


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Nitidamente aquela garota não poderia me ajudar mais naquela batalha, sua grande ajuda no início fez com que perdesse completamente sua energia e se tornasse, agora, um mero peso morto e o Incendiário já tinha percebido isso, caso contrário, teria a atacado em um primeiro momento. A verdade é que eu nunca fui um heroi e talvez nunca fosse depois do que estava prestes a fazer. Meu lado frio sobrepunha a qualquer sentimento que eu pudesse ter por aquela garota desconhecida, o importante naquele momento, era parar aquele homem não importando meus métodos, caso contrário, ele faria mais vítimas e continuaria foragido.

Passei meus olhos pelo campo de batalha e analisei minha situação. Tinha energia o bastante para mais dois turnos e poderia tentar acabar com isso neste tempo. Usei minha energia canalizada por todo meu corpo, para ficar mais rápido como havia feito anteriormente, desenrolei-me do cabo e cravei-o no chão. Sem perder tempo, aproveitei da minha velocidade melhorada para ir até o outro cabo e fincá-lo no chão também. Minha intenção era deixar o campo de batalha energizado, eu poderia me mover ainda mais rápido e teria uma fonte limitada de energia, mas os dois cabos deveriam estar fixados no chão. Dessa forma, assim que concluísse essas ações, partiria para a segunda parte do meu plano.

Aproveitando da velocidade, atravessei o campo de batalha pela beirada, tentando evitar um contato direto com o Incendiário, até atingir o corpo da garota. Chegando lá, posicionaria-me bem atrás dela e, colocando as duas mãos em seus ombros, sugaria a maior quantidade de elétrons possível, até ficar sobrecarregado. - Me empresta isso só um pouquinho... - Diria enquanto sugava seus elétrons. Não tinha dúvidas que o Incendiário tentaria partir para cima de mim naquele momento, afinal, o tempo era seu inimigo, já que as autoridades e outros herois podiam chegar a qualquer momento. Assim, observaria o avanço do Incendiário disfarçadamente, fingindo que não estava vendo nada. Dessa forma, quando investisse contra mim e, consequentemente a garota, usaria seu corpo de escudo humano, já que ela não tinha um arranhão sequer, e saltaria por de trás da menina pelo lado esquerdo, lançando um relâmpago ou um raio pela mão, mirando no rosto do Incendiário. No momento que ficasse desnorteado e surpreso com aquele tipo de ação, aproximaria-me dele e tocaria sua cintura, descarregando boa quantia de raios para deixá-lo estático por algum tempo. Se tudo corresse certo, carregaria meus punhos com eletricidade e tentaria desferir um soco na região da costela e um gancho de direita, bem na ponta de seu queixo. Caso esses golpes não fossem suficientes, usaria um pouco a mais de energia para desferir um forte soco na região do estômago do homem.

Para me defender do homem, criei uma fina camada de energia em volta do meu corpo. Sabia que aquilo não era suficiente para os jatos de fogo dele, mas deveriam ser o bastante para não me impedir de atacá-lo. Assim que terminasse que desferir os golpes contra o homem, recuaria para trás, distanciando-me de 7 a 10 metros do homem, ou em outra posição mais confortável para um segundo round.


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