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I - Two and a Half Women

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I - Two and a Half Women

Mensagem por O Estranho em Qui Nov 02, 2017 12:19 pm

MISSÃO
Civil: Narukami Aki, Shimizu Yuuki e Katamari Naomi

bazinga!
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Re: I - Two and a Half Women

Mensagem por Ravenborn em Qui Nov 02, 2017 2:44 pm

☾ rock + roll ☽
'cause i just wanna swing like sinatra
singing like i can't stop
'cause i could never rock
like a rolling stone
i just wanna live like the ones before

- Eu volto mais tarde! - eu disse, ajeitando os óculos e fechando a porta de casa antes de sair. Tinha ouvido falar que os testes da Yuuei estavam ficando cada vez mais próximos, e isso era verdadeiramente animador - não sabia quanto tempo exatamente faltava, mas daqui a poucos meses ou até semanas eu estaria me preparando para me tornar uma heroína. Hoje, porém, o objetivo era um pouquinho diferente: minha guitarra estava bem velha, e já tinha um tempo que não funcionava mais tão bem quanto antigamente. - Ou seja, eu preciso comprar uma nova o mais rápido possível. - sorriria, caminhando tranquila.

Comprar uma guitarra não era uma tarefa difícil, mas eu tinha dois probleminhas que podiam complicar a minha vida: primeiro, o dinheiro, que era limitado; além disso, fazia tempo que não saía pra comprar nenhum instrumento - muito tempo mesmo - e não fazia a menor ideia de onde achar uma boa loja pra isso. Felizmente, eu conhecia bem a cidade de Tokyo, e com sorte não demoraria muito pra resolver esse segundo contratempo. Seguiria andando, cantarolando baixinho, até a estação de metrô - se eu ia procurar por lojas de música, Shibuya provavelmente era o melhor lugar pra começar. - So tell me this is who you are... ♪ - cantaria durante a viagem, pra descontrair, distraída.

Quando chegasse lá, sorriria, animada. - Tão grande quanto eu me lembro. Agora, por onde eu começo...? - olharia em volta, Shibuya era sempre extremamente movimentada, mas também era o lugar perfeito pra sair às compras, já que era lar de todo tipo de loja e restaurante. "Restaurante..." Eu lambi os lábios, dando um sorriso que mostrava bem meus dentes brancos e afiados. - Vou ter certeza de passar em algum depois das compras. Hehehehe... - e com isso, me colocaria a procurar por alguma loja de instrumentos musicais nas redondezas, perguntando a alguma pessoa no caminho caso fosse preciso.

AO NARRADOR:

Essa é a cor das falas.
E essa é a cor dos pensamentos.

Pra essa missão, o primeiro objetivo é me encontrar tanto com a Naomi (Hoyu) quanto com o/a Yuuki (Ceji), já que nossos personagens não se conhecem ainda. Ah, e a guitarra. Fora isso, eu deixo nas suas mãos xD.




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Re: I - Two and a Half Women

Mensagem por Ceji em Sex Nov 03, 2017 3:42 pm

Mais Um Dia Qualquer


Já fazia algum tempo que eu havia decidido lutar pela a justiça ao lado dos heróis, mas ainda havia um grande caminho pela frente. Meu objetivo obviamente era a Yuuei, mas para entrar em um colégio de tão alto nível, eu deveria primeiro me adequar. E o primeiro passo... Eram as roupas íntimas. Sim, as roupas íntimas. Eu nunca tive costume de as usar primeiro porque não via garante diferença, graças ao fato de eu não ter sexo, mas também por não saber o que usar. Calcinhas são usadas por mulheres, cuecas por homens, mas e quem não se enquadra em nenhuma das categorias? Eu sempre tive esse dilema, e acabava não usando nada para não quebrar a cabeça; mas o primeiro passo para o heroísmo é lapidar a si próprio, então estava na hora de por um ponto final nesse problema... Ou ao menos um ponto simples.

Eu não queria ter que rodar muito pela cidade em busca do que procurava, então iria direto pegar o metrô para Shibuya. O distrito era conhecido por ser um ponto de grande concentração de lojas, principalmente de roupa, então não seria muito complicado achar roupas íntimas pelo melhor preço. Desde criança eu tinha problemas com vestuário, então minha visitas a Shibuya não eram incomuns, o que acabou me dando certo censo de localização naquele lugar. Assim que desembarcasse, não perderia tempo e iria logo transitar entre lojas de roupas e analizar os preços e variedades de roupas íntimas, ignorando qualquer olhar estranho que pudesse recair em mim. Por enquanto iria apenas observar, e deixar para comprar quanto tivesse uma noção melhor de onde tinham os preços mais acessíveis. Caso alguém viesse me perguntar sobre a localização de algum tipo de loja, tentaria ser o mais agradável possível e responder na medida que minha memória colaborasse.

OFF:
Ola, narrador(a). Desculpe o post pequeno, início de aventura é sempre assim. Meus objetivos por enquanto são mesmos que os do Raven: Encontrar os outros dois players com quem divido essa ilustre aventura. Sinceramente não sei o que fazer depois disso, mas pretendemos entrar para a Yuuei :v


Última edição por Ceji em Sex Nov 03, 2017 9:41 pm, editado 1 vez(es)
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Re: I - Two and a Half Women

Mensagem por Hoyu em Sex Nov 03, 2017 8:47 pm

 
 
 
Hora das compras!
 
 

"Certo, ahn, o que eu faço agora?" Tá bom, tá bom, eu admito que eu possa ter sido um pouquinho precipitada em fugir de casa... De novo... Mas se eu não fizesse isso eu nunca poderia virar uma heroína! Tenho certeza que meus pais nunca aprovariam a ideia, então não tive outra escolha. Quer dizer, talvez eu tivesse, mas eu não penso bem sob pressão. Minha fuga desesperada, mas muito bem executada, antes que pense o contrário, acabou me levando novamente para um lugar que eu desconhecia completamente, e por isso não fazia ideia do que fazer ou onde ir. Meu maior medo, entretanto, era que alguém me reconhecesse como filha dos meus pais. "Não tem como me reconhecerem, eu estou com uma roupa normal e nada chamativa. Eles que se vestem estranho. Eles vão estar tão ocupados achando um ao outro estranho demais com suas roupas cinzas e chatas que nem vão perceber uma pequena garota perfeitamente normal andando por ai." Uma risadinha saia sem que eu percebesse, enquanto eu pensava em como eu estava tão bem camuflada. Ainda sim, havia a possibilidade de alguma pessoa estranha ignorasse totalmente as pessoas com roupas estranhas ao seu redor e percebesse logo a mim, a garota perfeitamente normal saltitando alegremente por ai, e em uma reviravolta do destino me reconhecesse. Caso essa hipótese completamente absurda realmente acontecesse, iria fingir cara de surpresa, como se estivesse chocada com a indagação. - O que? Do que está falando? Sou só uma pequena garotinha andando por aí e... O QUE É AQUILO?

Apontaria rapidamente para trás dele, com expressão de desespero, e assim que ele olhasse para trás eu correria para me esconder, seja atrás de uma moita ou dentro de alguma loja. Esperaria calmamente no meu esconderijo, sabendo obviamente que não havia como me verem ali. Se fosse dentro de alguma loja, começaria a olhar os produtos da mesma, de modo a enrolar e matar o tempo. Quer dizer, eu não quero matar ninguém! Bom, ficaria ali por um tempinho para sair logo em seguida, esperando que ninguem viesse falar comigo. Se tudo desse certo e eu seguisse meu caminho tranquila, aproveitaria para observar bem o local onde estava, de olho em qualquer coisa que parecesse interessante. "Essa é a segunda vez que fujo de casa. Aqui deve ter muitas coisas divertidas para serem exploradas!" - Caso encontrasse pelo caminho alguma loja de roupas normais, que por algum motivo sem sentido as pessoas chamavam de fantasias, eu entraria, a procura de algo que pudesse me ajudar a não ser notada. Procuraria com toda a calma de um fugitivo procurado pela polícia por um óculos com nariz de batata e um bigode: o disfarce perfeito. Com ele, ninguém desconfiaria de que eu sou eu. Quer dizer, eu ainda seria eu, mas não seria eu. Uma vez que tivesse encontrado tal item para o meu disfarce, seguiria para o caixa. - Bom dia, boa tarde ou boa noite, seja lá que horas são! - Eu não tinha relógio, então não tinha a menor ideia de que horas eram. - Quero isso! Quanto é? - Mostraria o óculos para ele, esperaria que a pessoa dissesse o preço para em seguida pagar. Assim que tudo estivesse pronto, sairia com meu mais novo disfarce para olhar o resto do lugar sem medo de ser reconhecida.  

Histórico do Hoyu:
Nome do Player: Katamari Naomi
Nº de Posts: 1
Ganhos:  
Perdas:  
Relações:
Vantagens: Aparência inofensiva, Aparência agradável, Santidade, Boa fama
Desvantagens: Ingênuo, Trapalhão, Trauma profundo
 

OFF:
Como você pode ver, minha personagem é meio maluquinha, e todo mundo normal para ela parece ser estranho, e os estranhos parecem normais. No geral meus objetivos são que nem os dos outros:  encontrar minha turminha da pesada e não morrer de tédio
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Re: I - Two and a Half Women

Mensagem por O Mestre em Dom Nov 05, 2017 2:19 am




Ato 1: Vamos comprar, ou será que não?



O dia estava frio em Tokyo, a neblina se fazia forte em um ótimo dia pra se contrair uma gripe talvez, eram quase 9:00 da manhã, as ruas já estavam movimentadas a esse horário, comércios abertos, mesmo com o frio e a neblina, o lugar estava animado, era um belo dia lá fora, até os pássaros estavam cantando, as flores desabrochando, em dias como esse, crianças como você... nesse momento Aki saia de casa, seu destino era simples o metrô, era um caminho tranquilo ate o local ela se sentava bem ao lado de um mas Garota? Garoto? Não sei, mas estava lá bem perto.

Enquanto isso um pouco mais cedo estava Yukki, el@ se arrumava em seu local e saia para a rua, seu destino coincidentemente era o mesmo de Aki, claro que isso não tinha nenhum impacto pra Yuuki, nem mesmo el@ sabia quem era sua futura companheira, ela chegava um pouco cedo no metro, e alguns caras sentavam a frente dela, era esquisitos e assobiavam algo, nada que chamasse muita atenção, mas eles lembravam mafiosos com certeza, e por sinal, estrangeiros, eles falavam outra linguá, talvez francês ou italiano, não se dava pra ter uma certeza apenas pelas palavras trocadas ali. Eles não demoravam muito tempo e se retiravam do local, sempre assobiando uma melodia esquisita. Após eles saírem aparecia ali do lado sentava no mesmo banco uma garota com chifres.

Em outro lugar, já era ali um pouco mais tarde quando por volta das 9:30 quando Katamari que deixara sua casa procurava uma loja pelas redondezas, ela demorava um pouco pelas ruas mas já perto do Parque Yoyogi, ela adentrava em um local grande, tinha muitas coisas lá, desde as roupas “normais” que ela procurava ate mesmo itens mais caros como Guitarras e violões acústicos, entre várias outras coisas. Ela procurava por algo um pouco difícil de encontrar mas ate o momento tudo corria bem, finalmente o avistava em uma das prateleiras mais altas ela demorava um pouco a pegar mas logo estava com ela em mãos e se dirigia ao balção.

Nesse momento eram 9:35 e o metrô parava na estação Harajuku, bem ali próximo ao Parque, os dois indivíduos(Yuuki e Aki) desciam do meio de transporte, seguiam para fora da estação já podendo ver o parque, e algumas outras coisas por ali, pessoas brincando, e alguns animais festejando no belo ambiente, deveriam se separar mas bem a frente dos olhos estava uma loja, Aki já podia ver dali uma guitarra, próxima da vitrine, os dois seres avançavam pra loja sem perceber muito bem, que os caras estranhos haviam descido em um outro vagão mais distante, e pareciam seguir para o mesmo lugar.

As duas adentravam e ao balcão já podiam ver uma jovem garotinha com uma máscara de nariz de batata e bigode com ela, perguntando ao homem ali por trás. - Bom dia, boa tarde ou boa noite, seja lá que horas são! Quero isso! Quanto é?- ele sorria para ela respondendo sua pergunta mas não sem antes lhe falar o horario. - São agora 9:38 moça, a máscara custa 150 yen, ela é um item bem barato por aqui.- sua calma era incontestável, um homem alto e de terno, cabelos longos e negros, os olhos do Brock de pokemon, e uma postura firme e forte.

Tudo estava tranquilo aparentemente naquele lugar, aqui já rumava para suas guitarras naquele momento, ate que uma voz era ouvida em som estridente. - PARADOS, NINGUÉM SE MECHE, NINGUÉM ENTRA E NINGUÉM SAI.- era um japonês todo carregado de sotaque europeu, os homens do metrô com certeza, todos de jaquetas de couro, e com facas nas mãos um deles parecia pôr a mão no que deveria vir a ser um revólver, incomum já que a maioria nos dias de hoje assalta com suas peculiaridades deixando muito as armas de fogo, de lado já que não precisariam se dar ao trabalho de ir conseguir elas, claro que não deixam de ser efetivas. - PONHA TUDO DESSE CAIXA NUMA SACOLA, NÓS VAMOS LEVAR.- as pessoas da loja pareciam abismadas com aquilo apenas um homem que sentava ao lado da escada pra o segundo andar (Que se localizava reto para com a porta de entrada parecia rir da situação, mas o que nossas heroínas (Heroínas?) tomariam de atitude nesse momento.

Nesse exato momento vindo do mesmo homem das escadas uma musica era cantarolada por ele que caminhava em direção a porta como se ignorasse completamente os bandidos. Musica:

Where do bad folks go when they die?
They don't go to heaven, where the angels fly
Go to a lake of fire and fry
See them again 'till the Fourth of July

People cry and people moan
Look for a dry place to call their home
Try to find some place to rest their bones
While the angels and the devils try to make 'em their own







Considerações:
Me desculpem a demora mas rolou um monte de doideira por aqui, quase não deu pra fazer tudo que precisava, mas o importante é que demorou mas chegou.

Bom espero que não esteja muito confuso eu fiz o post mudando de foco em vários momentos como aquelas partes de mangá que cê tá lendo aqui e dai o próximo quadrinho é falando de outra pessoa, por que ai no caso eu ia mostrando não em ordem cronológica, mas sempre mostrando os horários pra organizar desde o tempo de viagem ate a chegada, então peço que leiam o post completo é importante pra entender, não foi um super post e eu já estava bêbado quando escrevi então nem sei como ficou shaushuasuhs

Por favor cliquem aqui: Mapa

Não é lá um mapa muito bom mas dá pra ter uma ideia da situação de vocês.

Cara da escada:

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"É inverno no inferno e nevam brasas
Por favor, escondam-se todos em suas casas
Pois o anjo caído voa com novas asas"
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Re: I - Two and a Half Women

Mensagem por Ceji em Qui Nov 09, 2017 12:12 pm

Tá No Inferno, Abraça O Capeta


Lá estava eu de boas com a vida no trem para Shibuya. A ansiedade me afligia enquanto esperava a partida do metrô, pois um grupo estranho conversava a minha frente. Sei que é bizarro falar de pessoas estranhas, já que era bem comum pessoas nascem diferentes do antigo padrão humano, assim como eu não possuía sexo, mas aqueles homens não eram esse tipo de estranho; eles eram estranhos por parecerem deslocados no ambiente. O grupo falava uma língua estrangeira que me parecia francês ou italiano, e se vestiam como mafiosos, me dando a sensação de que a qualquer momento iriam assaltar o trem. Felizmente pude me acalmar quando uma garota com feições demoníacas sentou do meu lado. Claro, claro, se o capeta senta do seu lado, o normal seria ficar com medo, mas com um possível inferno iminente daquele metrô, ficar do lado do regente do submundo parecia mais sensato.

Felizmente os mafiosos não assaltaram o metrô, e nem a demoninha infernizou ninguém, embora essa piada que acabei de fazer com inferno definitivamente deve ter infernizado alguém. Sai do metrô e segui a uma loja que sabia que vendia o que eu procurava, e me surpreendi ao ver que a capetinha me seguia, o que me fez torcer para ela não estar atrás da minha alma. Entrando na loja, vi que ela apenas estava indo na mesma loja, só que buscando instrumentos, não calcinhas. Não sabia ao certo pro que tinha ido naquela loja, mas ela parecia ter de tudo, desde instrumentos musicais até roupas e um óculos com nariz de batata que uma garota fofa estava comprando naquele momento.

Eu já ia me dirigir às roupas da loja, quando a porta se escancarou de supetão e, ao olhar para trás, me deparei com os mafiosos gritando que a loja seria assaltada. Ah, óbvio, muito bom ver que minha intuição estava certa, e melhor ainda ver que eu tive a sorte de estar no mesmo local que eles duas vezes. Todos pareciam aturdidos com as maravilhosas notícias dos mafiosos, excerto um maluco no final da loja que cantarolava algum troço em inglês como se nada estivesse acontecendo. Talvez ele fosse retardado, não deveria julgar. Felizmente, pensei, a capetinha tinha vindo para a mesma loja que eu, então minha ação era óbvia - Garota demônio, mostra para eles o inferno! - Eu torcia que ela realmente fizesse algo, mas não podia me garantir só com aquilo. Tentaria me aproveitar que eles provavelmente olhariam para ela graças a minha fala, e me esgueiraria para trás das prateleiras, dando a volta nas mesmas. Conseguindo me esconder, começaria a usar minha individualidade para aumentar a força do meu braço direito enquanto os analisaria. Eles estavam com facas e um possui um revólver, o que indicava que ele ou não possuída individualidade ou possuía uma que não ajudava em combate. De qualquer jeito, não poderia vacilar. Permaneceria me concentrando na utilização do meu poder, mas caso algum deles viesse verificar as prateleiras por qualquer motivo, tentaria silenciosa e lentamente me mover para permanecer fora do campo de visão dos mesmos.
Spoiler:
Desculpe a demora pela nossa parte, Enem é foda :/


Última edição por Ceji em Seg Nov 13, 2017 9:00 pm, editado 3 vez(es)
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Re: I - Two and a Half Women

Mensagem por Ravenborn em Seg Nov 13, 2017 7:25 pm

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A viagem até Shibuya fora relativamente normal, com a exceção de um grupo suspeito que vinha no mesmo metrô que eu - mal encarados e falando em alguma outra língua que eu não conhecia, era difícil não pensar que eles podiam estar aprontando alguma coisa. Afinal de contas, ser vilão hoje em dia estava tão em moda quanto ser herói, então ver um ou outro por aí era até bem comum.

Do meu lado, vinha sentado um garoto...não, uma garota? Era meio difícil de dizer. De uma forma ou de outra, cheguei ao meu destino sem nenhuma complicação, e sem demora, me dirigi até uma loja que talvez tivesse a guitarra que eu tanto procurava. "E que seja barata, por favor." Eu sorri, já passando os olhos pelas mercadorias e tentando localizar a seção de instrumentos musicais, notando uma garotinha que se vestia de uma maneira bem chamativa. - Máscara legal. - comentei comigo mesma o objeto que ela comprava, sorrindo.

Antes que eu pudesse sequer checar os preços das guitarras, porém, o clima agradável mudou completamente de uma hora pra outra quando o grupo de homens que eu tinha visto no metrô adentro a loja, anunciando um assalto. Eu revirei os olhos, suspirando. - Claro, justo comigo. - eu disse, mas logo coloquei um sorriso no rosto outra vez. Fazia tempo que eu não brincava de "Aliada da Justiça", e já que eu ainda almejava me tornar uma heroína, talvez fosse uma boa oportunidade pra desenferrujar um pouco.

De repente, um homem que vinha de mais de dentro da loja começou a cantarolar uma música - de muito bom gosto, por sinal - aparentemente ignorando o óbvio perigo não muitos metros à sua frente. Pra completar, a pessoa de sexo duvidoso de antes decidiu chamar a atenção dos bandidos pra mim antes de dar no pé. - Em? -  fiquei meio perdida quanto a o que fazer, mas não tinha tempo a perder, então dirigi a voz ao homem que cantava Lake of Fire. - Ei, oji-san, calma aí. Ótima música e tudo mais, mas aqueles caras são perigosos, sim? - me colocaria na sua frente, talvez assim ele percebesse a besteira que estava fazendo.

- Eu vou...tentar dar um jeito nisso. - voltaria a olhar para os bandidos, ainda sorrindo. - Vocês não são daqui, são? Não sei como funciona de onde vieram, mas o que estão fazendo é bem errado. - por sorte, eu era boa em manter a calma mesmo em situações assim, então quem sabe a minha confiança os fizesse pensar duas vezes antes de agir. Dando um passo à frente, e só um, eu abriria um pouco os braços, olhando fixamente para os bandidos. - Sabe, essa cidade está cheia de heróis, um em cada esquina, não importa aonde você vá. Por isso, se não quiserem que as coisas terminem mal... - nesse momento, eu ativaria a minha Individualidade fazendo com que surgissem as asas e garras de demônio que eu sempre usava pra brigar.

- ...é melhor darem o fora daqui. - é, com certeza seria uma atitude heroica e tudo mais, mas também seria uma atitude bem perigosa, considerando que os oponentes estavam armados. Ainda assim, eu continuaria sorrindo, quase me divertindo, pois isso fazia com que eu me sentisse uma verdadeira heroína. - Vão ser pegos mais cedo ou mais tarde, então porque não evitam uma confusão maior, hm? - se eu fosse realmente sortuda, eles se dariam conta de que logo, logo um herói profissional apareceria ali, e decidiriam ir embora. Mas, claro, as coisas nunca eram tão fáceis, então eu já estava pronta pra brigar um pouco se fosse preciso - o maior problema era o cara com a arma.

Se as coisas dessem errado - como já era de se esperar - eu sairia primeiro do campo de visão do atirador, usando as minhas asas para alçar voo e ganhar vantagem sobre os homens, que por estarem no chão, teriam dificuldades pra me alcançar. A ideia era que algum deles viesse até mim, já que me lançar sobre os seis seria uma imbecilidade, mas independentemente da situação, eu precisaria me defender se acabasse entrando num combate. A partir daí, eu estaria quase em meu habitat natural: acostumada a lutar, usaria o voo como vantagem para poder atacar do alto com as garras e, vez ou outra, descer de repente para atacar de outro ângulo e altura.

Como minhas garras eram afiadas como facas, podia usá-las pra trocar golpes com as facas dos assaltantes, mas não deixaria as esquivas de lado - até onde eu sabia, era bem ágil, então devia pegar algum deles de surpresa se me esforçasse. Não pretendia matar nem ferir gravemente nenhum dos homens, então se possível, tentaria desarmá-los atacando as suas mãos, sempre me lembrando de me manter longe da linha de tiro do que estivesse com o revólver. De resto, só podia torcer para ter alguma ajuda: mesmo que eles não tivessem individualidades (ou não as tivessem mostrado) lutar contra seis sozinha seria um pouquinho demais, até pra mim.

AO NARRADOR:

Ér, o ENEM atrasou as coisas pra caralho, mas estamos de volta aqui :V. Não sei bem como usar a Aki em combate ainda, então estou testando isso ou aquilo, qualquer coisa só me dar um puxão de orelha o/!




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Re: I - Two and a Half Women

Mensagem por Hoyu em Seg Nov 13, 2017 8:46 pm

 
 
 
Disfarce perfeito!
 
 
Eu estava muito feliz! Tinha encontrado o meu disfarce perfeito com certa facilidade, e nem era tão caro. Estava facilmente dentro da renda que tinha pego antes de fugir de casa. Além do mais, o vendedor foi gentil o suficiente para me dizer as horas, o que facilitava muuuuuuuuito o meu trabalho, apesar de que provavelmente eu esqueceria daqui a alguns minutos, mas o presente é o presente e não devemos nos preocupar com o futuro! - Eeeeentendido senhor! - Diria, batendo continência enquanto alongava o E inicial. Estava na maior paz e tranquilidade que alguém poderia ter quando um bando de paspalhos resolveu estragar tudo e causar confusão. De início me assustei, entretanto eu não tinha lugar para me esconder. De frente para mim estava o balcão, e mais atrás as prateleiras, porém ambos não estavam tão perto, e se quisesse me esconder teria que passar em frente aos caras maus. "Não se preocupe. Eles não vão nem notar você com tantas pessoas estranhas a sua volta. Além do mais, você tem um disfarce perfeito em mãos que te fara passar completamente desapercebida." Meu pensamento me acalmava, afinal, eu não poderia estar mais certa. Pensar na terceira pessoa geralmente me acalmava, pois uma segunda opinião sempre é boa. Os homens pareciam todos armados com facas, e somente um parecia talvez portar uma arma de fogo, o que era ótimo. Discretamente, tentaria colocar os óculos do disfarce perfeito sem que eles notassem, afinal depois que eu colocasse seria impossível me reconhecerem.  

Caso, enquanto eu estivesse colocando os óculos algum dos bandidos notasse o que eu estava fazendo e chamasse minha atenção, eu colocaria os óculos rápido e me viraria para ele. - Só estou limpando meus óculos, senhor. Sabe como é, tem estado úmido ultimamente, e as vezes a lente embaça. - Tentaria falar de forma mais máscula possível, para dar veracidade para a encenação. Dificilmente ele perceberia algo estranho, então simplesmente seguiria com meu plano infalível. Começaria a caminhar lentamente na direção das prateleiras, como se nada de estranho estivesse ocorrendo, de modo a entrar na parte das prateleiras pelo lado onde os criminosos não estavam, preto da escada. Se em algum momento  chamassem minha atenção e perguntassem o que diabos eu estava fazendo, daria um sorriso. - Eu achei essas prateleiras muito bonitas, e queria admirar melhor elas. Definitivamente eu não quero atrapalhar vocês. - Cada palavra minha era cuidadosamente selecionada. Talvez eles desconfiassem de mim pela minha movimentação, mas depois da minha última fala o pensamento de que eu queria fazer algo contra eles sumiria de suas cabeças como mágica! Obviamente nada suspeito, e era isso que eu queria. "Você é uma gênia." Dito isso, continuaria a andar na direção das prateleiras. Caso perguntassem quem eu era, também responderia sem questionar. - Eu me chamo... Hmm... - Olharia para as coisas a minha volta, a procura de ajuda: prateleiras, caras com facas vestindo jaquetas, uma escada e outras coisas. - ...Pratelefaca Jaquetescada. E eu não inventei esse nome! Sou apenas um turista italiano querendo curtir a viajem em onde-quer-que-eu-esteja. -  

Minha desculpa não possuía brechas devido ao meu exímio pensamento rápido, e era difícil acreditar que eles pudessem desconfiar de algo assim. Entretanto, não podia descartar a possibilidade de que algum deles possuísse individualidade de ler pensamentos, pois obviamente só assim para conseguir ver através das minhas ações. Caso realmente eles conseguissem perceber meu jogo e tentassem atirar em mim ou vir me atacar, teria que mudar para o plano B e correr em disparada para as prateleiras como se não houvesse amanhã. "Merda, merda, merda, merda." Assim que estivesse protegida de ataques pelas prateleiras, permitiria-me relaxar. Se realmente algum deles viesse atrás de mim, no momento que aparecesse eu tentaria jogar a prateleira ou qualquer coisa que estivesse nela em cima dele para para-lo. Não esperaria para ver o resultado, correndo e me escondendo melhor assim que o fizesse. "Pronto. Agora eles nunca conseguirão me encontrar nessa montoeira de pouquíssimas prateleiras." Assim que estivesse entre as prateleiras, sairia em busca de um vaso de plantas, fosse para vender ou como decoração do lugar. Também procuraria algum saco de terra para jardinagem, apesar de não ter muitas esperanças. "Terra, terra, terra." O que precisava mesmo era da terra para usar minha individualidade.  

Eu estava perfeitamente disfarçada e um bando de caras malvados estavam ali: essa era a hora perfeita para ser uma heroína e mostrar meu talento para o mundo, apesar de nunca descobrirem quem foi seu benfeitor, devido a minha máscara. Assim que encontrasse a terra, começaria o trabalho. Em primeiro lugar, moldaria a terra para fazer uma bengala de alcaçuz resistente do tamanho de um pé de cabra. "O doce favorito do Papai Noel, depois dos cookies de chocolate, claro." Depois que a bengala de alcaçuz fosse feita, iria pegar a terra e moldar no formado de pequenas jujubinhas, pelo menos 10 delas. Por último, mas não menos importante, eu faria uma bola de sorvete de flocos, semelhante a uma bola de neve. Com tudo pronto, me prepararia para agir. Iria até a borda da prateleira onde eu estivesse, do lado onde os criminosos estivessem, eu colocaria minha cabeça levemente acima da prateleira de modo cuidadoso para me abaixar se eles estivesse muito perto ou se tentassem me atacar. - Ei, você com a faca! - Tentaria chamar a atenção deles. - Você é muito feio! - Meu plano era que eles discutissem para ver quem era o muito feio, já que quase todos eles estavam com facas, e eles discutindo ou não, eu jogaria a bola de sorvete na cara de quem estivesse mais perto. Assim que a jogasse, me abaixaria novamente, pegando na mão direita a bengala de alcaçuz e na esquerda as jujubas. Assim que ele se aproximasse da prateleira onde eu estivesse, eu o pegaria de surpresa com um golpe da bengala doce bem na sua cabeça. Assim que tivesse dado o golpe, jogaria as jujubas atrás dele, para tropeçar e cair ao pisar nelas. Mesmo que não o fizesse, caso algum dos outros resolvesse vir também, acabaria escorregando nas jujubinhas. Tendo derrubado ele ou não, recuaria, me escondendo novamente para que não me encontrassem.  

Caso em qualquer momento eles fossem me atacar, tentaria estar sempre recuando ou me abaixando, com o objetivo de sair na área de ataques do que fosse me atacar, procurando cobertura se o em questão fosse o com a arma de fogo. Se meu combo não fosse o suficiente para derrubar o que viesse, recuaria e me esconderia antes que ele se recuperasse, sempre com a bengala de alcaçuz na mão para me proteger. Se eu não encontrasse terra para usar meu poder, procuraria improvisar a estrategia com o que tivesse: bastões de baseball ou barras de ferro poderiam substituir a bengala, bolinhas de gude ou objetos pequenos poderiam substituir as jujubas e qualquer objeto esférico bom para lançamento poderia substituir o sorvete, entretanto com usando doces era mais legal e mais eficiente.  
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Re: I - Two and a Half Women

Mensagem por O Mestre em Sex Nov 17, 2017 1:25 pm




Ato 2: O Assalto



Yuuki comicamente já dava um leve voto de confiança ao capeta, e rapidamente já fazia um uso das prateleiras ali da loja se escondendo e aproveitando pra hormonizar seu braço, eram alguns instantes ali parada detrás da prateleira mas logo o braço já estava pronto pro combate complemente modificado.

Enquanto isso Aki tentava de certa forma parar o maluco cantarolando e fazer os homens desistirem, mas nem mesmo dava tempo que ela terminasse de tentar expulsar eles com as palavras o atirador já havia disparado, certeiramente no ombro do atendente atrás do balcão, e todos eles começavam a se espalhar pela loja e os homens passavam a se espalhar pela loja ignorando Aki no momento. O Loiro fumante falava algo em inglês pra ela que já levantava voo com a sua estratégia. -The time's come to play. Here in my garden of Smoke- a fumaça começava a tomar conta de fronte ali, aparentemente parte da peculiaridade dele. Enquanto Aki voava um dos homens transformava suas pernas em mola e as contraindo pulava com toda a força passando de raspão por ela. Provavelmente ela teria um inimigo mesmo no ar, esse já no teto usava de uma segunda propulsão e já estava indo em direção a ela vindo da direita. O Loiro da escada com sua peculiaridade segurava 3 dos 6 homens na porta e os outros dois um nas prateleiras com Yuuki e o outro no teto com aqui e mais um se direcionava a Naomi.

O cara ao lado esquerdo corria pra as prateleiras com um saco e parecia ir pegar as roupas mas logo se aproximava de Yuuki que já tava pronta pro combate com o braço fortão, ele estava de costas pra onde a garota/garoto estava, começava a colocar roupas no saco. Já Naomi que estava perto do balcão era abordada por um dos homens, ela começava a contar uma lorota e depois saia andando enquanto o homem fazia uma cara de wft sem entender nada, mas antes que pudesse se dirigir pras prateleiras ela via uma caixinha de areia atrás do balcão, era a caixa de areia do gato do dono que provavelmente ficava dentro daquela sala, devia sair pra vir nesse lugar e usar a caixa de areia.

Ela então dando a volta corria ate a caixa e fazia uma bengala de alcaçus, e jujubas, e usava o balcão como se fossem as prateleiras que ela havia pensado, jogando as jujubas e se abaixando enquanto insultava um dos bandidos que ia pra cima dizendo. - Hora sua pestinha, eu não gosto de machucar crianças mas dessa vez você vai ver sua...- Ele corria rápido pra o balcão e lançava uma adaga de arremesso que estava indo em direção a Naomi.









Considerações:
bom desculpem a demora, mas caiu na minha semana de provas ai fode tudo, semana de prova da facul entra com tudo e sem nem um cuspinho pra lubrificar, dai ainda to nela que começou na terça e ainda tenho prova segunda Ç.Ç

Bom nesse post tem algumas coisas pra considerar e umas dicas.

A primeira coisa é pra o Hoyu, eu te movi pra trás do balcão pois era lá que tinha terra mas mesmo assim usei as jujubas já que da pra se esconder lá em baixo também.

Raven - O cara da mola vai vir em tua direção, então ele ta lutando no teu campo que é o ar, acho que é mais isso mesmo.

Ceji, bom teu combate é opcional, já que o cara não te achou ainda, então tu ta com braço turnadão mas lembra que dura dois turnos.

Vocês só tem cada um um cara pra lidar, já que o outro tankou 3 na porta inclusive o atirador.

E por ultimo mas não menos importante, desculpem o post extremamente fraco, semana de prova quebrando mas eu não queria demorar mais a postar

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Por favor, escondam-se todos em suas casas
Pois o anjo caído voa com novas asas"
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Re: I - Two and a Half Women

Mensagem por Ceji em Sab Fev 03, 2018 3:35 pm

Pé Na Porta E Soco Na Cara


Minha sorte era realmente invejável, pois para, no dia que se sai de casa, ter justamente a loja que entrou assaltada pelos caras que viu no metro, é muita sorte! E é óbvio que isso é ironia. Tudo bem que queria seguir carreira no ramo de heróis, mas não esperava ter que parar bandidos sem antes no mínimo ter um treinamento básico. Infelizmente parecia que o mundo tinha planos diferentes para mim, e agora teria que me contentar de estar no meio de um semi-"tiroteio" e torcer para que minha individualidade realmente servisse para acabar com bandidos.

Rapidamente desviei a atenção dos bandidos para a garota chamativamente demoniaca que estava lá e me escondi atras das prateleiras. Um problema da minha individualidade era que demorava um certo tempo para usar as habilidades, então encarar meus oponente de frente direto nunca dava muito certo, e por isso o melhor a fazer era me esconder enquanto carregava meu braço par então ataca-lá de supresa, e foi exatamente isso que fiz. Por detrás das prateleiras, fui usando minha individualidade enquanto percebia o caos que se instaurava do outro lado, principalmente aquela névoa estranha que cobria o local e pessoas supostamente voando lá do outro lado. Mesmo sem uma visão clara, era fácil distinguir o som de tiro e os barulhos típicos de um confronto, então não precisava raciocinar muito para deduzir que realmente estava havendo resistência ao assalto, e eu esperava do fundo do coração que não fosse só a demoniazinha, porque senão teria que correr para ajudar como pedido de desculpas.

Quando havia terminado de tunas meu braço e estava quase seguindo para o combate, um dos bandidos entrou na fileira de estantes e, aparentemente sem me ver, começou a por roupas em uma sacola. Por um instante a confusão me tomou, mas era provável que aquela névoa havia acabado me ajudando a ocultar minha presença, e o cara acabou não me vendo ao seguir com o roubo. Essa era uma ótima oportunidade, na verdade, uma oportunidade PERFEITA para acabar com um deles. Quanto menos deles, melhor, já que a vantagem numérica era algo que estava do lado deles. Lentamente me aproximaria, tentando me manter nas sombras até estar bem atrás dele, quando então levemente cutucaria seu ombro com o intuito de o fazer se assustar e se virar de supetão. Queria que ele se virasse porque a reação rápida o faria se virar em minha direção, mas não atirar até identificar a fonte do cutucão, e eu aproveitaria esse momento de virada para o atacar. Caso ele estivesse em pé, eu tentaria chutar seu saco logo no momento da virada, antes que ele entendesse o que estava havendo. Eu já tive o desprazer de saber como um golpe no saco dói uma vez que estava como homem, então sabia que a dor o desnortearia completamente, e provavelmente o faria ir ao chão se bem acertado, e eu tentaria aproveitar esse momento para o segurar com o braço normal para o impedir de cair completamente, e usuária o braço tunados para acertar um gancho em seu queixo, tentando o desacordar. Entretanto, caso ele conseguisse bloquear ou se esquivar do meu chute, seguiria co, um movimento diferente; nesse caso eu tentaria aproveitar o fato de ele ter acabado de bloquear a área inferior do corpo ou ter acabado de se locomover e estava "preso" a inércia do movimento por um instante para, com o braço tunado dobrado, girar o corpo para dar uma cotovelada eu seu rosto, tentando mais uma vez o desnortear ou desmaiar com o golpe desferido com o osso do braço, que já estava mais forte que o normal.

Se ele me atacasse mesmo sem saber quem o havia cutucado, eu tentaria me desviar com um salto para a direita, pois como ele estava mechando nas roupas, ele estava desarmado e só poderia me atacar com os punhos ou individualidade. Nesse caso, tentaria rapidamente contra-atacar com um soco direto na nuca ou lateral da cabeça, seja onde eu estaria em relação a ele, e Dária outro salto para trás caso ele continuasse de pé depois do golpe. Caso ele se virasse, mas sua virilha não ficasse exposta, em vez de o atacar naquela área eu aproveitaria que não havia se virado totalmente (e provavelmente ainda estaria mechando na prateleira) para segurar sua cabeça por trás com o braço tunado e projetar sua cabeça contra a estante/prateleira, para fazê-la bater com tudo contra o objeto, tentando desmaiar meu oponente. Caso ele conseguisse me impedir de bater sua cabeça contra a estante/prateleira, eu tentaria pisar no seu pé apenas com o calcanhar para tentar causar-lhe muita dor no pé, e ter tempo o suficiente para recolher o preço tunado e tentar um soco direto contra seu rosto ou um gancho, se fosse possível, novamente tentando desacorda-lo. Caso em algum momento o oponente me atingisse com um ataque que não fosse os punhos puros (ataques que causassem um ferimento), eu tentaria derrubar as roupas da estante em cima dele ou pegar uma roupa e jogar nele para o distrair e me afastar, voltando a me ocultar. Caso eu conseguisse o desmaiar, o arrastaria com o braço tunado até um lugar que pudesse ver as batalhas, mas ainda fora do campo de visão dos bandidos, ou ao menos o mais fora possível, e tentaria procurar a demonia. Caso a encontrasse e ela estivesse e ela estivesse lutando contra alguém, esperaria um momento apropriada para arremessar o cara desmaiado como um projétil, no oponente dela, seja em um momento que ela fosse tomar um ataque, seja se o oponente se tornar um alvo fácil - De nada! - falaria para ela enquanto recuaria novamente para me ocultar atras das prateleiras e névoa, pois esperaria que mais bandidos viessem atras de mim por causa disso.
OFF:
Mil desculpas pelo sumiço, mas estava pesado para mim e para os outros
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Re: I - Two and a Half Women

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